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Preocupações retornam e bolsas de Nova York recuam mais de 2%

SÃO PAULO - As bolsas de Nova York fecharam com baixa expressiva hoje, influenciadas negativamente por notícias do setor automotivo e expectativas negativas em relação aos dados de desemprego, que serão divulgados amanhã. O índice Dow Jones fechou com baixa de 2,51%, aos 8.376 pontos.

Valor Online |

O Standard & Poor´s 500 cedeu 2,93%, para 845 pontos e o eletrônico Nasdaq encerrou aos 1.445 pontos, em baixa de 3,14%.

Depois de um período de relativa calma, com dois dias seguidos de alta, as bolsas americanas tombaram na hora final de transações movidas pela cautela no fechamento que antecede números importantes sobre os quais a expectativa é ruim. Os agentes esperam que o nível de desemprego nos EUA suba para patamares comparáveis aos do período posterior aos atentados de 11 de setembro de 2001.

O setor automotivo também voltou a preocupar, pois os executivos das próprias montadoras argumentam que o pedido de proteção contra credores será inevitável caso o socorro governamental seja negado. As ações da General Motors caíram 16,12% (US$ 4,11) e as da Ford Motors cederam 6,67% (US$ 2,66).

Segundo agências noticiosas, executivos de ambas as montadoras, bem como os da Chrysler, que tiveram reunião hoje no comitê de finanças do Senado dos EUA, teriam aceitado passar por forte fiscalização e reestruturação como contrapartida a um socorro estimado de US$ 34 bilhões.

Também falando da crise o presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, afirmou hoje que é preciso que o governo encontre meios para conter as execuções de hipotecas no país, ainda que seja usando recursos públicos.

Entre outros destaque, as ações da DuPont subiram 0,34% (US$ 23,69) após a empresa informar que pretende fechar 6.500 vagas para equilibrar as contas. O anúncio dos cortes foi feito após a companhia prever ganhos menores neste trimestre.

Os papéis da Nokia também fecharam com ganho, de 3,98% (US$ 13,83), embora a companhia tenha cortado as previsões de venda para o mercado pela segunda vez em menos de um mês e avisado que pode perder participação de mercado por conta da piora do cenário de consumo.

(Valor Online, com agências internacionais)

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