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Preocupação em Buenos Aires: queda de 8,68%

Afetada pela crise financeira internacional, a Bolsa de Buenos Aires despencou 8,68% ontem, na maior queda desde 2002, época da pior crise econômica de sua história. Os títulos da dívida pública caíram em média 2%, mas chegaram a registrar quedas de até 6%.

Agência Estado |

O índice de risco voltou a disparar, passando dos 852 pontos da sexta-feira para 942.

Durante um discurso na filial argentina da empresa NEC, a presidente Cristina Kirchner avaliou a crise financeira internacional, em tom de conselho aos EUA. "Agora abre-se a possibilidade de interagir de forma mais inteligente entre Estado e mercados, colocando de lado a teoria de que o mercado faz tudo ou vice-versa. O Estado tem o dever de ter uma presença insubstituível."

O clima na city portenha era de preocupação, misturada à sensação de que a Argentina está "isolada" da crise, já que desde o calote da dívida pública em 2001, o país teve de viver praticamente sem crédito externo.

Em Buenos Aires, existe o temor de um desaquecimento da economia do Brasil, maior parceira comercial da Argentina. Para complicar, a queda do preço do petróleo atinge a economia da Venezuela do presidente Hugo Chávez, que desde 2005 se tornou a única fonte de financiamento externo do país. Mas o maior temor seria, por tabela, a eventual redução da demanda chinesa da soja (para onde o país envia 90% de suas exportações do grão).

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