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Prefeituras têm superávit fiscal recorde em junho

BRASÍLIA - No resultado fiscal do governo do mês de junho, um dos destaques foi a economia de R$ 558 milhões para o pagamento de juros da dívida das prefeituras, marca histórica desde o início da série, em 1991. Para o Banco Central (BC), o esforço surpreendeu, pelo fato de que ocorre em ano de eleições municipais, e as restrições legais de gastos só serão iniciadas em agosto.

Valor Online |

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Altamir Lopes, comentou que o recorde pode ter sido gerado por uma desaceleração nos gastos das prefeituras, surpreendentemente. O normal, lembrou, é um aumento de despesas e o caixa em baixa em ano eleitoral.

Lopes destacou que também pode ter contribuído o aumento nas receitas de transferência obrigatória da União para os governos regionais. A partilha de impostos federais com Estados e municípios cresceu 20,81% no primeiro semestre, sobre período igual anterior, de acordo com dados do Tesouro Nacional.

O superávit primário do setor público consolidado ficou em R$ 11,166 bilhões em junho. A principal contribuição foi do governo central (União, Previdência Social e BC) com R$ 7,067 bilhões, o melhor resultado para o mês em 17 anos.

Lopes destacou que além do aumento da arrecadação refletindo o bom desempenho da economia, a melhoria nos resultados previdenciários influenciou o resultado. O déficit do INSS em junho ficou em R$ 2,863 bilhões, o menor patamar para o mês desde junho de 2004, quando registrou R$ 2,040 bilhões.

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