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Preços no varejo paulistano fecham julho com alta de 0,45%

SÃO PAULO - Os preços praticados pelo varejo paulistano avançaram 0,45% em julho ante o mês imediatamente anterior. A Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) lembra, no entanto, que o índice desacelerou em relação a junho, quando a alta do Índice de Preços no Varejo (IPV) havia sido de 1,25%.

Valor Online |

De acordo com os dados da entidade, na comparação com o mês de julho do ano passado os preços subiram 5,95% e acumulam elevação de 3,95% nos sete primeiros meses deste ano. O indicador mensal é coletado junto a 2 mil estabelecimentos da capital paulista e tem como base preços de 450 produtos em 21 segmentos do varejo.

O indicador mostra que as maiores altas no mês vieram de alimentos. Nos supermercados, os preços tiveram em julho a quarta alta consecutiva e avançaram 1% em relação a junho, movimento puxado ainda por carnes e legumes.

Nos açougues houve elevação de 2,36% nos preços dos produtos. É uma desaceleração em relação à alta de 8,65% verificada em junho. Ainda assim, as carnes bovinas apontaram aumento de 1,64% no mês passado e as carnes de aves ficaram 5,57% mais caras.

No segmento de veículos houve expansão de 0,42% nos preços, com vendas ainda bastante aquecidas. Os preços de veículos novos ficaram 0,66% mais altos e o de usados subiram 0,21%. O comportamento foi similar no grupo de combustíveis e lubrificantes, onde a alta de preços foi de 0,56% em julho .

Nas padarias, onde a inflação já é de 10,32% no acumulado dos sete meses deste ano, os produtos ficaram 0,40% mais caros em julho. As altas mais relevantes vieram de bebidas (1,37%), frios e laticínios (0,56%), doces (0,45%) e panificados (0,14%).

Outros grupos apontaram alta como móveis e decorações (0,17%), óticas (0,83%), CDs (0,84%), floriculturas (3,04%), eletrodomésticos (0,24%), material de construção (0,09%), material de escritórios e outros (0,11%), livraria (0,20%), jornais e revistas (0,19%), relojoarias (0,41%), e feiras (0,08%).

Entre as baixas do mês, o indicador mostra retração nos preços eletroeletrônicos (-1,46%), devido à desvalorização do dólar ante o real. No ano a baixa acumulada é de 8,52%. Os brinquedos tiveram baixa de 0,48% e, no grupo vestuário, tecidos e calçados, as liquidações levaram os preços a caírem 0,25%, após cinco meses seguidos de alta.

Também houve mudança de rumo nas drogarias e perfumarias, onde os produtos, que vinham subindo desde março, ficaram 0,09% mais baratos em julho. Destaque para a baixa nos preços de remédios, que caíram 0,28%.

No segmento de autopeças e acessórios a baixa foi de 0,61% no mês. Essa tendência vem sendo sustentada pela renovação da frota na capital paulista, o que diminui a demanda por itens desse grupo.

(Valor Online)

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