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Preços do petróleo recuam mais de US$ 3 com sinalização da Opep

SÃO PAULO - A sinalização de alguns integrantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), de que o cartel não deve reduzir a cota de produção hoje, justificou uma baixa significativa das cotações do petróleo nesta jornada. A reunião entre os países membros da organização teve início nesta terça-feira em Viena.

Valor Online |

O contrato de WTI negociado para o próximo mês em Nova York fechou valendo US$ 103,26, com queda de US$ 3,08. O vencimento para novembro caiu US$ 3,25, para US$ 103,36. Em Londres, os preços do produto chegaram a marcar preço abaixo de US$ 100 pela primeira vez desde abril, e fecharam ligeiramente acima desse patamar . O barril de Brent para o outubro encerrou o dia com desvalorização de US$ 3,10, para US$ 100,34 . O contrato para o mês seguinte terminou valendo US$ 102,01, com recuo de US$ 3,08.

O ministros da área de energia da Arábia Saudita, o maior produtor da Opep, e da Venezuela sinalizaram hoje que o cartel deve decidir hoje pela manutenção da cota de produção vigente. A cautela dos agentes ontem demonstrava temor de que o grupo pudesse reduzir a cota, tendo em vista a forte baixa dos preços do produto desde o mês passado. O entendimento é de que se a Venezuela, que costuma liderar a pressão pela redução da cota, indicou que deve haver manutenção, não haveria com o que se preocupar a respeito da produção do grupo.

Além dessa expectativa mais otimista em relação à Opep, os agentes também levaram em conta o arrefecimento do furacão Ike. A qualificação do furacão caiu para a categoria 1, a mais baixa da escala, depois de passar por Cuba e as previsões não apontam para grandes riscos na estrutura petrolífera do Golfo do México.

(Valor Online, com agências internacionais)

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