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Preços do petróleo fecham sem rumo único em Nova York e Londres

SÃO PAULO - Em pregão bastante volátil, os contratos de petróleo encerraram em trajetórias divergentes em Nova York e Londres. Os agentes no mercado americano operaram tecnicamente em Nova York, arbitrando a diferença entre os dois contratos mais líquidos.

Valor Online |

Novas previsões de baixa demanda global contribuíram para o ajuste de baixa em outros casos. Pela manhã, os agentes corrigiram os preços pra cima por conta do pacote financeiro de ajuda a bancos americanos.

O contrato de WTI negociado para o mês fevereiro em Nova York, que expira no próximo dia 20, fechou com valorização de US$ 1,11, para US$ 36,51. O contrato para o mês seguinte cedeu US$ 0,97, para US$ 42,57. Em Londres, o barril de Brent para março declinou US$ 1,11, para US$ 46,57. O contrato para o mês seguinte fechou valendo US$ 48,68, com queda de US$ 1,23.

Uma nova previsão de baixa da demanda global, feita pela Agência Internacional de Energia, comandou os negócios em boa parte do dia. As estimativas da agência apontam para uma queda 0,6% no consumo deste ano, com 1 milhão de barris diários a menos em relação a 2008. Ontem a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) também já tinha ajustado as projeções de demanda para baixo, assim como o Departamento de Energia dos EUA comunicou redução das previsões no início da semana.

As vendas, portanto, continuaram consistentes para o curtíssimo prazo, mas a grande diferença de preço entre o vencimento de fevereiro, prestes a expirar, e o contrato de março mostra uma forte arbitragem dos contratos e denota também um comportamento de mercado em que os agentes seguram os estoques na espera por preços melhores no futuro. Isso explicaria o avanço das reservas americanas de cru e derivados.

(Valor Online, com agências internacionais)

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