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Preços do petróleo fecham em alta de mais de US$ 1 após ataque na Nigéria e notícias do Irã

SÃO PAULO - A redução da produção de óleo cru pela Royal Dutch Shell na Nigéria, devido aos ataques na região petrolífera, explica a alta de hoje dos preços futuros do petróleo no mercado internacional. A Shell não especificou o tamanho do corte decidido após o grupo rebelde Movimento para Emancipação do Delta do Níger ter atacado a planta de Nembe Creek.

Valor Online |

O contrato de WTI negociado em Nova York para o mês setembro indicou elevação de US$ 1,47 e fechou valendo US$ 124,73. O vencimento de outubro encerrou a US$ 125,29, com aumento de US$ 1,47 também. Em Londres, o barril de Brent para setembro subiu US$ 1,32, para US$ 125,84. O contrato para o mês seguinte terminou cotado a US$ 126,80, com valorização de US$ 1,28.

Os agentes, no entanto, se mostram reticentes em determinar o rumo dos preços da commodity, já que o produto vem passando por um ajuste de baixa desde o dia 11, quando o contrato mais líquido alcançou US$ 147,27 em Nova York. Com o preço tão alto, os analistas começaram a notar o arrefecimento da demanda por combustíveis nos Estados Unidos, que é o maior consumidor global do produto.

Paralelamente aos ataques na Nigéria, os agentes também monitoram as condições geopolíticas no Irã, grande produtor da Opep. Qualquer piora no nível de tensão na região poderia colocar em risco o abastecimento global de óleo cru.

Segundo agências internacionais, ontem o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad teria informado que o país conta com 6 mil centrífugas de enriquecimento de urânio. O país ameaça bloquear o Estreito de Hormuz, por onde passam cerca de 25% de todo o óleo cru produzido globalmente, caso suas instalações sejam alvo de ataques de países contrários à expansão nuclear do Irã, como é o caso de Israel.

(Valor Online, com agências internacionais)

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