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Preços do petróleo fecham em alta após anúncio da Arábia Saudita

SÃO PAULO - O anúncio de corte de produção na Arábia Saudita resultou em ligeiro aumento dos preços futuros do petróleo. Ainda assim, as negociações foram voláteis e a expectativa de novos aumentos nas reservas americanas de petróleo e derivados impediu uma recuperação mais robusta na cotação da commodity.

Valor Online |

No final dos negócios, o contrato de WTI negociado para fevereiro em Nova York fechou a US$ 37,78, com alta de US$ 0,19. O contrato do mês seguinte subiu US$ 1,12, para US$ 44,77. Em Londres, o barril de Brent para o próximo mês terminou vendido a US$ 44,83, com elevação de US$ 1,92. Para o mês de março o preço fechou a US$ 47,44, com valorização também de US$ 1,92.

Pela manhã, os agentes repercutiram o anúncio feito pela Arábia Saudita, de que deve reduzir sua produção em fevereiro para além do determinado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em dezembro. Isso justificou alta de mais de US$ 1 durante o pregão.

A situação ainda não resolvida entre Rússia e Ucrânia para restabelecer o fornecimento de gás à União Européia também contribuiu para o movimento. Com falta de gás na região, a demanda por outros combustíveis pode aumentar.

Pouco antes do fechamento, o preço do petróleo produto voltou a cair por alguns instantes. Ainda assim, hoje o produto fechou com ajuste de alta, após cinco dias de desvalorização.

Mas o fato é que saindo do curtíssimo prazo as notícias envolvendo a ponta de oferta têm influenciado menos o mercado do que aquelas relacionadas à demanda.

Ao logo do dia, o mercado também ponderou sobre as novas previsões do Departamento de Energia dos EUA, que apontam para uma demanda global menor em 800 mil barris diários neste ano. A previsão anterior mencionava uma baixa de 400 mil barris diários para 2009. Além disso, os Estados Unidos devem responder por metade dessa estimativa de redução.

Para amanhã, o mercado espera anúncio de alta de 3 milhões de barris para os estoques americanos de óleo cru, alta de 1,8 milhão para os estoques de gasolina e um ganho de 1,7 milhão de barris no caso dos destilados.

(Valor Online, com agências internacionais)

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