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Preços ao consumidor japonês têm maior alta desde 92

A inflação japonesa cresceu no seu mais rápido ritmo em quase 15 anos em junho, puxada principalmente pela alta dos preços da energia e dos alimentos, colocando o já frágil crescimento econômico do Japão em risco. O Ministério de Negócios Internos e Comunicações do país informou hoje que o núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) no Japão, que exclui os preços dos alimentos frescos, subiu 1,9% em junho, em comparação com o mesmo mês do ano passado.

Agência Estado |

A leitura marcou o nono mês consecutivo de alta e representou a mais rápida elevação desde janeiro de 1998. Mas, descontando o impacto da elevação no imposto sobre o consumo em 1997, o resultado foi o maior, em bases anuais, desde dezembro de 1992.

Os dados também mostram que o índice CPI cheio subiu 2% em junho, alta pelo nono mês consecutivo. Foi a primeira vez, desde o aumento de 2,2% registrado em março de 1998, que o números subiram para o patamar de 2%. Os preços da energia saltaram 13,7% em junho, em bases anuais, enquanto que os dos alimentos aumentaram 3,6%.

Segundo analistas, o rápido crescimento na pressão inflacionária combinado com altas vagarosas nos salários poderia provocar uma queda do consumo, que corresponde a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Tendo em vista as prolongadas incertezas sobre a economia global, os economistas avaliam que tal situação pode provocar problemas para a maior economia da Ásia. As informações são da Dow Jones.

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