Uma relação histórica de desconfiança entre produtores de cana-de-açúcar e usineiros e entraves legais impedem a elaboração de uma Política de Garantia de Preços Mínimos para a cultura na Região Nordeste. Segundo o diretor substituto do Departamento de Cana-de-açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, José Nilton Vieira, para que houvesse política pública que garantisse o preço mínimo na região seria necessário, primeiro, uma relação que permitisse contratos de fornecimento com os usineiros, o que não ocorre em grande parte da região produtora responsável por cerca de 20% da safra brasileira.

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