A audiência pública da Anac sobre a proposta de liberação das tarifas de voos internacionais evidenciou a disputa entre as companhias nacionais e as estrangeiras. Hoje existe um piso tarifário que a Anac quer remover.

O diretor-presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), José Mollo, disse que o setor não é contra a liberação das tarifas. Mas, afirmou, é "contra a maneira como está sendo feita, de imediato e sem a retirada de obstáculos criados pelo próprio governo".

Segundo Mollo, as empresas nacionais pagam cerca de 35% de suas vendas em impostos. A representante da Air France/KLM, Isabelle Biren, disse que a liberação das tarifas fomentaria o mercado na crise e permitiria descontos de até 50%.

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