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Preço dos alimentos não será atingido pela crise em curto prazo, garante Stephanes

O ministro Reinhold Stephanes, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, afirmou nesta quarta-feira que a crise financeira inernacional não deverá influenciar no preço dos alimento em curto prazo. Segundo ele, a reação do mercado ocorrerá primeiro no preço das commodities de ferro, níquel e aço. ¿O alimento deve ser o último item a ser atingido¿, afirma.

Carol Pires, Último Segundo/Santafé Idéias |

Segundo Stephanes, mesmo em tempo de recessão, a demanda por alimentos se mantém estável, fazendo com que o mercado regule os preços naturalmente. O que deve acontecer é que, dificilmente, se tivermos crescimento muito baixo ou uma recessão, vai ter um crescimento menor por demanda de alimentos. A atual demanda você vai manter. Tudo vai manter da produção. Em princípio a produção deverá ser boa, mas não estamos contando com problemas climáticos que deverão acontecer, pondera.

Vamos depender mais de como está a produção mundial de alimentos, a produção estabilizada e a demanda - que deve se manter porque as pessoas vão continuar comendo. Elas vão restringir outros gastos, outras commodities, principalmente ferro, níquel, aço, disse Stephanes, que participa neste momento com o ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, de um debate sobre a expansão de culturas destinadas à produção de biocombustíveis em audiência pública conjunta da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e da Subcomissão Permanente dos Biocombustíveis do Senado.

Stephanes garantiu ainda que não faltará crédito para investimentos em plantio de alimentos mais foi cauteloso ao fazer previsões em médio prazo. Vamos continuar plantando. Se faltar crédito, vamos suprir o crédito. Depois, a segunda preocupação em cinco, seis meses, quando a safra será colhida e comercializada, ninguém consegue prever. Termos de ver quais mecanismos adotaremos.

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