Gustav - Home - iG" /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Preço do WTI cai, embora mercado continue atento a Gustav

Nova York, 29 ago (EFE).- O barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) registrou hoje uma leve queda em Nova York, em paralelo ao fortalecimento do dólar, mas o mercado continue atento ao avanço de Gustav, que alcançou de novo intensidade de furacão e poderia alterar a produção de petróleo e gás no Golfo do México.

EFE |

Nessa área são obtidos cerca de 1,3 milhão de barris diários de petróleo ou a quarta parte do total nacional e mais de 7 bilhões de pés cúbicos de gás natural ou 14% do total.

Ao término da sessão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de WTI para entrega em outubro caíram US$ 0,13 e ficaram a US$ 115,46 o barril (159 litros).

O preço deste tipo de petróleo teve baixa de 7,5% ou US$ 8,62 durante o mês de agosto.

Os contratos de gasolina para setembro caíram US$ 0,02 e fecharam a US$ 3,0099 por galão (3,78 litros), enquanto os de gasóleo quase não variaram, terminando dia a US$ 3,1819 o galão.

Os contratos de gás natural para outubro tiveram baixa de US$ 0,11 e ficaram a US$ 7,94 por mil pés cúbicos.

As previsões meteorológicas mostram que "Gustav" ganhará intensidade nos próximos dias e adentrará o Golfo do México, o que avivou a lembrança dos efeitos devastadores que tiveram os furacões "Katrina" e "Rita", entre agosto e setembro de 2005, nas atividades petrolíferas nessa região.

Um reflexo da severidade com que os furacões impactaram entre Texas e Alabama é que, nove meses após passar pelo golfo, a produção diária habitual de petróleo nessa região permanecia cortada em 12% e a de gás em mais de 9%, segundo cálculos do Serviço de Gestão de Minerais (MMS, em inglês), agência federal que supervisiona as operações petrolíferas nessa região.

Os graves danos sofridos pela indústria favoreceram a alta no preço do petróleo, que naqueles dias superou US$ 70, algo histórico então.

Três anos depois e perante a possibilidade de se repetir a história, o Departamento de Energia (DOE) antecipou que voltará a usar fundos se "Gustav" causar problemas graves de provisão às refinarias ou de abastecimento ao mercado.

Algumas companhias petrolíferas começaram a evacuar pessoal de instalações no golfo como medida cautelar perante o avanço de "Gustav", o que já reduziu o nível de produção.

O MMS informou hoje que foram evacuadas 17 instalações de perfuração e seis plataformas marinhas, e se reduziu a produção de petróleo e de gás em 6,62% e em 1,84% respectivamente. EFE vm/ma

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG