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SÃO PAULO - Os agentes nos mercados internacionais de petróleo acompanham o movimento do dólar e o andamento das bolsas de valores, especialmente a questão da Grécia e seus problemas da dívida e o escândalo do Goldman Sachs, que classificou como infudada a acusação de fraude feita pela Securities and Exchange Commission (SEC). A comissão de valores mobiliários dos EUA acusou o banco de supostamente praticar fraude na venda de derivativos atrelados a contratos de hipotecas de alto risco (os chamados subprime). Em breve nota, o Goldman avisou que"contestar vigorosamente"as acusações e"defender a empresa e sua reputação". Minutos atrás, em Londres, o Brent para junho se encontra a US$ 85,47, com baixa de US$ 2,12. O contrato de julho recuava US$ 2,10, para US$ 86,10.

SÃO PAULO - Os agentes nos mercados internacionais de petróleo acompanham o movimento do dólar e o andamento das bolsas de valores, especialmente a questão da Grécia e seus problemas da dívida e o escândalo do Goldman Sachs, que classificou como infudada a acusação de fraude feita pela Securities and Exchange Commission (SEC). A comissão de valores mobiliários dos EUA acusou o banco de supostamente praticar fraude na venda de derivativos atrelados a contratos de hipotecas de alto risco (os chamados subprime). Em breve nota, o Goldman avisou que"contestar vigorosamente"as acusações e"defender a empresa e sua reputação". Minutos atrás, em Londres, o Brent para junho se encontra a US$ 85,47, com baixa de US$ 2,12. O contrato de julho recuava US$ 2,10, para US$ 86,10. Em Nova York, o WTI para maio perdia US$ 2,69, saindo a US$ 82,82. O vencimento de julho diminuía US$ 2,55, a US$ 84,20. (Juliana Cardoso | Valor, com agências internacionais)
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