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Preço do petróleo dificulta refinaria em PE

O acordo entre a Petrobrás e a petrolífera venezuelana PDVSA para a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, esbarrou na questão do preço do petróleo. Segundo o diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, há uma indefinição no valor que a PDVSA será remunerada pelo fornecimento de seu óleo extrapesado para ser refinado na unidade.

Agência Estado |

Inicialmente o projeto previa que, dos 200 mil barris processado, 50% viriam da Bacia de Campos e o restante seria importado da Venezuela. "Já temos um acordo de acionistas e definimos a participação acionária na unidade, mas ainda há indefinição sobre o preço a ser pago pelo barril de petróleo, diante da volatilidade existente hoje no mercado internacional. A PDVSA quer um valor maior", disse Costa.

Tradicionalmente, o petróleo pesado tem um valor inferior, por causa da sua dificuldade de processamento. O petróleo venezuelano teria uma dificuldade extra por exigir um tipo de pré-refino, por conta de sua viscosidade.

Segundo Costa, a Petrobrás está tocando as obras da refinaria no local e mesmo que o acordo para fornecimento do óleo venezuelano não saia, os investimentos não vão parar. Ele afirma que o atual preço do barril não inviabiliza nenhum dos investimentos em refino previstos pela Petrobrás.

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