SÃO PAULO - Os negócios com o petróleo refletem em parte o relatório de energia divulgado nesta quarta-feira pelo governo americano. As reservas de cru, por exemplo, subiram em 3 milhões de barris na semana terminada em 11 de julho enquanto a perspectiva era de contração.

O documento oficial apontou ainda uma elevação de 2,4 milhões de barris nos níveis de gasolina enquanto muitos analistas aguardavam queda. Nos destilados, houve adição de 3,2 milhões de barris, aumento esse mais expressivo do que o projetado.

Ontem, o mercado de petróleo reagiu ao quadro apresentado pelo presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke. Em discurso no Senado, ele comentou que os altos preços da energia e um crescimento econômico a um ritmo mais brando tinham limitado a capacidade dos americanos de comprar combustível e outros produtos importantes.

Há pouco em Nova York, o WTI para agosto cedia US$ 4,12, a US$ 134,62. O vencimento de setembro estava a US$ 135, com decréscimo de US$ 4,37.

Em Londres, o Brent com entrega em agosto estava cotado a US$ 135,87, com baixa de US$ 2,88. O contrato de setembro diminuía US$ 4,16, a US$ 135,70.

(Valor Online, com agências internacionais)

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