SÃO PAULO - O relatório de energia dos Estados Unidos tem impacto nos negócios com o petróleo nesta quarta-feira. Fora esse fator, os agentes avaliam indicadores econômicos divulgados nesta jornada e a paridade do dólar em relação a outras moedas, como euro e libra.

SÃO PAULO - O relatório de energia dos Estados Unidos tem impacto nos negócios com o petróleo nesta quarta-feira. Fora esse fator, os agentes avaliam indicadores econômicos divulgados nesta jornada e a paridade do dólar em relação a outras moedas, como euro e libra. O Departamento de Energia americano mostrou uma redução de 2,2 milhões de barris nas reservas de óleo cru do país na semana passada, para 354 milhões de barris. Alguns analistas previam recomposição. Os níveis de gasolina declinaram em 1,1 milhão de barris, menos do que a projeção do mercado. O governo americano mostrou que o índice de preços ao consumidor do país avançou 0,1% em março, após apresentar variação nula um mês antes, e que as vendas no varejo doméstico tiveram elevação de 1,6% em março. Em Londres, o Brent para maio estava a US$ 86,53 e o contrato de junho saía a US$ 87,26, um aumento, respectivo, de US$ 1,81 e US$ 1,63. Em Nova York, o WTI com entrega em maio subia US$ 2,13, cotado a US$ 86,18. O vencimento de junho se encontrava a US$ 86,91, com elevação de US$ 1,80. (Juliana Cardoso | Valor, com agências internacionais)
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