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Preço de casas nos EUA registra queda anual de 0,7% em janeiro

Nova York, 30 mar (EFE).- O preço das casas nas 20 maiores cidades dos Estados Unidos registrou uma queda anual de 0,7% em janeiro, o que representa a menor queda anual nos últimos três anos, informou hoje a agência de classificação de risco Standard & Poor's.

EFE |

Nova York, 30 mar (EFE).- O preço das casas nas 20 maiores cidades dos Estados Unidos registrou uma queda anual de 0,7% em janeiro, o que representa a menor queda anual nos últimos três anos, informou hoje a agência de classificação de risco Standard & Poor's. A entidade elabora periodicamente o índice Case-Shiller, com o qual se estuda a evolução dos preços dos imóveis neste país e que dessa vez apontou também que, nos maiores núcleos urbanos dos Estados Unidos, os preços das casas caíram 0,4% em janeiro desde dezembro. Entre as áreas que tiveram um maior aumento anual no preço de seus imóveis, destacam-se San Francisco e San Diego (ambas na Califórnia), onde o preço das moradias subiu 9% e 5,9%, respectivamente. Por outro lado, a maior queda foi em Las Vegas (Nevada), com uma baixa de 17,4%. Em Nova York, a queda foi de 5,3%, enquanto em Washington os imóveis ficaram 3,5% mais caros em janeiro. Se descontado o efeito sazonal de janeiro (mês normalmente com menos atividade imobiliária), o preço dos imóveis foi 0,3% mais alto em janeiro do que no mês anterior. Trata-se assim do oitavo mês consecutivo em que os preços das casas aumentam e, segundo os dados dessa entidade, estes subiram em 12 das 20 cidades analisadas, enquanto caíram nas oito restantes. "O relatório é misto. Enquanto continuamos vendo melhoras nos dados anuais para as 20 cidades, a alta dos preços de outono está se apagando, já que há menos cidades que registraram altas em janeiro do que em dezembro de 2009", disse hoje em comunicado o presidente do Comitê de Índices de Standard & Poor's, David Blitzer. "A construção de novas casas segue em níveis extremamente baixos, as vendas de casas sugerem que o mercado continua em uma situação difícil e mantêm-se os temores sobre maiores execuções hipotecárias", acrescentou Blitzer. EFE dvg/sa
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