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Positivo minimiza risco de crédito no País e impacto no consumo

O presidente da Positivo Informática, Hélio Rotenberg, acredita que o Brasil se encontra numa situação bastante tranqüila e não prenuncia problemas de crédito, apesar da crise financeira nos mercados mundiais. Mesmo assim, o executivo se diz atento à cotação do dólar, que hoje está na casa do R$ 1,90.

Agência Estado |

Segundo ele, o fato de as grandes varejistas trabalharem com recursos próprios na concessão de crédito dá certo alento ao mercado de informática. "O que move o brasileiro a comprar computadores é o crédito. Se não houver crise de crédito, e nada indica que isso vai acontecer (no Brasil), passaremos ao largo (da turbulência)", afirmou o executivo, que hoje realizou coletiva de imprensa para divulgar uma nova linha de produtos.

Questionado sobre a apreciação do dólar frente ao real nos últimos dias, Rotenberg disse que o movimento "parece passageiro". Mais de 80% dos custos de produção da Positivo Informática são atrelados à moeda norte-americana.

Mas o presidente da fabricante de computadores observou que, se a moeda permanecer em ascensão por mais de 15 dias, a empresa terá de promover reajustes, assim como o resto da indústria. Segundo Rotenberg, o dólar na faixa de R$ 1,80 implica em custo adicional de R$ 100,00 ao consumidor final. "Não acredito que um reajuste de preços como este afete o consumo", afirmou o executivo, complementando que, nos últimos anos, a classe média tem tido folga financeira.

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