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Positivo inicia montagem de placas-mãe para notebooks em janeiro

A Positivo Informática iniciará a montagem de placas-mãe para seus próprios notebooks em janeiro de 2009, na fábrica de Curitiba (PR). Atualmente, a empresa importa estas placas montadas, mas a partir do ano que vem serão importados apenas os componentes, o que reduzirá os custos de produção.

Agência Estado |

O investimento estimado para o projeto é de R$ 9,4 milhões, mas a companhia não detalhou o volume de produção. "A verticalização ocorrerá aos poucos", disse o vice-presidente Financeiro e diretor de Relações com Investidores, Ariel Szwarc. Segundo ele, a iniciativa garantirá uma redução nas importações da companhia, o que é benéfico no momento atual de alta do dólar.

A unidade de Curitiba já produz placas-mãe para computadores de mesa desde janeiro de 2008. O plano inicial era produzir 30 mil placas por mês, mas a produção atingiu cerca de 40 mil unidades mensais, segundo o executivo. Outro projeto de verticalização da companhia foi a produção de monitores LCD na fábrica de Ilhéus (BA), iniciada em maio deste ano, após investimento de R$ 3,3 milhões. Sua capacidade é de 90 mil monitores por mês e a produção atingiu 75 mil unidades no terceiro trimestre.

Segundo ele, há outros projetos neste sentido, mas a companhia não gostaria de compartilhar estes planos com o mercado. "Gostamos de compartilhar fatos e não idéias", afirmou. Szwarc não detalhou os planos de investimento da empresa para 2009 devido à instabilidade da economia mundial. Segundo ele, a Positivo pretende gerenciar seus negócios a cada mês e aguardar um pouco para um planejamento de longo prazo.

Questionado sobre os rumores de que os controladores da Positivo teriam interesse em vender a companhia, Szwarc afirmou que desconhece os planos dos controladores. "A Positivo não tem conhecimento dos projetos dos acionistas majoritários", disse. "Não é meu trabalho fazer este tipo de pergunta a eles." Mesmo assim, ele disse que não vê vantagem na venda de uma companhia quando seu valor de mercado está muito baixo. "O preço atual da ação não reflete a realidade da companhia. Vejo sentido em vender em momento de alta e não na baixa", afirmou.

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