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Varsóvia, 17 abr (EFE).- O espaço aéreo polonês continua fechado para os voos civis por conta da nuvem de cinza vulcânica, o que já impediu a viagem de vários chefes de Estado e de Governo que pretendiam assistir neste domingo ao funeral em Cracóvia do falecido presidente da Polônia, Lech Kaczynski, e de sua esposa Maria.

Varsóvia, 17 abr (EFE).- O espaço aéreo polonês continua fechado para os voos civis por conta da nuvem de cinza vulcânica, o que já impediu a viagem de vários chefes de Estado e de Governo que pretendiam assistir neste domingo ao funeral em Cracóvia do falecido presidente da Polônia, Lech Kaczynski, e de sua esposa Maria. O tráfego aéreo na Polônia permanece restrito desde sexta-feira, enquanto as autoridades analisam a evolução do vento e da nuvem de cinzas procedente do vulcão islandês, segundo hoje a Agência Aeroportuária Polonesa. O primeiro-ministro sul-coreano, Chung Un-Chan, foi o primeiro chefe de Estado ou de Governo que cancelou a viagem que tinha agendado à Polônia para se fazer presente no sepultamento do presidente, devido aos graves problemas de tráfego aéreo na Europa. Chung tinha previsto viajar neste sábado para liderar a delegação sul-coreana que acompanhará o sepultamento. O grupo, então, será chefiado pelo embaixador sul-coreano em Varsóvia. Após a decisão de Chung Un-Chan, os Governos de Japão, Índia e Nova Zelândia também confirmaram que seus altos representantes não estarão nos atos fúnebres do domingo. Se as condições permitirem, neste domingo aterrissarão, no aeroporto de Balize, perto de Cracóvia, pelo menos quarenta aviões com delegações oficiais de todo o mundo, entre elas a americana, com seu presidente, Barack Obama, à frente. Segundo os planos da Casa Branca, Obama chegará a Cracóvia por volta das 13h30 locais (8h30 de Brasília), e permanecerá na cidade por cerca de três horas. EFE nt-jcb/fm
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