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Polônia anuncia pacote anticrise de U$ 31 bilhões

A Polônia anunciou ontem o seu pacote anticrise. De acordo com o primeiro-ministro, Donald Tusk, serão injetados 24 bilhões (US$ 31 bilhões) na economia entre 2009 e 2010.

Agência Estado |

"Este é um programa de estabilização e desenvolvimento porque a Polônia está na situação de um país que ainda está se desenvolvendo", disse Tusk."Felizmente, as conseqüências da crise global para a Polônia não são tão graves."

Ao mesmo tempo, o ministro da Finanças, Jan Rostowski, anunciava a redução na estimativa de crescimento econômico do país para o ano que vem, de 4,8% para 3,7%. A Polônia é a quinta nação da União Européia (UE) a anunciar pacotes, demonstrando um esforço coletivo para evitar que a crise financeira evolua para a recessão no bloco.

Na sexta-feira, a Itália também aprovou um pacote de estímulo econômico que , de acordo com o primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, "transferirá cerca de 80 bilhões (US$ 103,20 bilhões) do setor público para o privado". No mesmo dia, a Espanha também anunciou um pacote no valor de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Na ocasião, o primeiro-ministro, José Luis Rodriguez Zapatero, disse que o pacote deve ajudar a criar cerca de 300 mil empregos até 2009.

Zapatero disse também que 8 bilhões (US$ 10,3 bilhões) dos fundos vão para os governos municipais para serem investidos em obras públicas, tais como hospitais e escolas. Outros 800 milhões (US$ 1,03 bilhão) vão para a indústria automotiva e os demais 2,2 bilhões (US$ 2,8 bilhões) servirão para financiar vários projetos de pesquisa e desenvolvimento e obras públicas.

A Espanha tem sido um dos países mais ativos da UE em introduzir medidas de estímulo. Antes desse novo plano, o governo já tinha anunciado corte de impostos, programas de gastos e empréstimos no valor de 40 bilhões (US$ 51,6 bilhões).

Alemanha e Inglaterra também preparam pacotes bilionários para reanimar suas economias. O Reino Unido anunciará em breve um pacote de incentivos ficais de Natal para famílias mais pobres, enquanto a Alemanha fala em 50 bilhões.

As ações desses países fazem parte de um pacote maior, aprovado pela UE, que prevê o investimento de 1,5% do PIB de cada um dos 27 países membros para conter a recessão no bloco.

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