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Políticos franceses mostram satisfação com decisão do FMI sobre Strauss-Kahn

PARIS - A classe política francesa não escondeu hoje sua satisfação com a decisão do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre seu diretor-gerente, Dominique Strauss-Kahn, ao considerar que não incorreu em abuso de poder nem favorecimento ao manter um relacionamento com uma subordinada.

EFE |

Conservadores e progressistas concordam em que a "vida privada não tem nada a ver com a vida política", como afirmou o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë.

A decisão do FMI foi recebida como uma "boa notícia" também pelo partido governista francês, União por um Movimento Popular (UMP), segundo declarou um de seus porta-vozes, Frédéric Lefebvre, à rádio "France Info".

"É bom que tenha ficado para trás tanto para o FMI quanto para o mundo, para a política e para as instituições dos países e do mundo", afirmou Lefebvre sobre Strauss-Kahn, que manteve uma relação extraconjugal com uma funcionária da instituição.

O ex-primeiro-ministro francês Lionel Jospin ficou contente com a decisão por um "amigo, pelo diretor do FMI" e pela própria instituição, "no meio destas tempestades financeiras".

Em comunicado divulgado ontem, o FMI indicou que tinha concluído sua investigação sobre a conduta do diretor-gerente após revisar a investigação independente realizada por especialistas legais alheios à entidade e uma análise das normas de conduta internas.

Sobre os fatos "descritos nos relatórios, a direção do FMI concluiu que não houve incitação, favorecimento ou algum outro abuso de autoridade por parte do diretor-gerente", destacou.

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