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Polícia usa gás para dispersar protesto em Genebra

GENEBRA - Centenas de manifestantes se reuniram na tarde deste sábado no centro de Genebra, colocado sob forte segurança policial, para protestar contra o Fórum Econômico Mundial de Davos. A polícia suíça teve de usar gás lacrimogêneo contra os manifestantes.

Redação com agências internacionais |

AP
Manifestantes protestam contra Fórum Econômico Mundial

Manifestantes protestam contra Fórum Econômico Mundial

Os organizadores criticaram as autoridades do cantão de Genebra, que proibiram a manifestação. Eric Decarro, do sindicato Solidarités, denunciou o fato de "o governo do cantão de Genebra ter proibido uma manifestação pela primeira vez em 35 anos".

Um cordão policial bloqueava a passagem e impedia os manifestantes de formarem um cortejo. Revistas policiais sistemáticas eram efetuadas na estação de Cornavin, próxima ao local do protesto.

O ex-especialista da ONU para o direito à alimentação, o sociólgo suíço Jean Ziegler, denunciou a proibição da manifestação, que segundo ele "viola os direitos fundamentais".

Muitos estavam mascarados, com capuzes e óculos de sol e jogaram garrafas contra os agentes.

AP
Manifestação na Suíça

Manifestação na Suíça


Para justificar sua decisão de não autorizar a marcha contra o Fórum de Davos, que termina este domingo, as autoridades do cantão suíço de Genebra argumentaram que as garantias de segurança dadas pelos organizadores não eram suficientes.

"Não estamos vendo um movimento popular, mas um agrupamento de gente que quer vir a Genebra para, deliberadamente, realizar atos de vandalismo", afirmou o conselheiro do departamento das Instituições do cantão de Genebra, Laurent Moutinot.

Os políticos queriam evitar a todo custo que se repetissem os distúrbios ocasionados em anos anteriores.

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