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O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciou, por volta de 9h (horário de Brasília), mais detalhes do plano de US$ 250 bilhões para estabilizar a economia do país. O governo vai injetar bilhões em bancos e expandir as garantias a depósitos e empréstimos, um investimento extraordinário e histórico nos bancos do país - o maior já feito com os recursos dos contribuintes.

Acordo Ortográfico De acordo com Bush, a medida é "de curto prazo e essencial" para assegurar a estabilização do sistema bancário. "Esta é uma medida de curto-prazo para assegurar a viabilidade do sistema bancário norte-americano", disse Bush na Casa Branca. "Elas não estão destinadas a acabar com o livre-mercado, mas a preservá-lo."

O pacote representa a tentativa mais ampla do governo de "descongelar" o mercado de crédito. O foco é dar aos bancos a confiança para fazer empréstimos um ao outro e a seus clientes e ajudar a prover a economia com fundos que ela necessita para operar.

A administração Bush e o secretário do Tesouro, Henry Paulson, resistiam a essas medidas há até um mês. De acordo com Paulson, que fez pronunciamento minutos após o discurso de Bush, a maior parte dos recursos irá para nove grandes instituições financeiras, em troca da compra de ações dessas empresas.

As ações norte-americanas tiveram seus piores momentos na história na semana passada e a maioria das medidas para descongelar o crédito, adotadas pelo Federal Reserve, mostrava-se inócua.

"Eu reconheço que a ação que os líderes estão tomando em Washington e nas capitais européias estão distantes das preocupações, mas elas são destinadas a beneficiear o povo norte-americano a estabilizar o sistema financeiro e a ajudar a economia a se recuperar", disse Bush.

Após o pronunciamento de Paulson, falou também Ben Bernanke,  presidente do Federal Reserve, o Banco Central americano.

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