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Plano de Obama aumentou a volatilidade nas bolsas dos EUA ontem

SÃO PAULO - O setor bancário e as novas discussões em torno do plano de socorro proposto pelo presidente Barack Obama nortearam o andamento dos papéis em Wall Street, onde as bolsas fecharam em baixa no pregão de ontem. O Dow Jones fechou com queda de 1,15%, para 7.956 pontos.

Valor Online |

O eletrônico Nasdaq encerrou aos 1.515 pontos, com recuo de 0,08%. O Standard & Poor´s 500 cedeu 0,75%, para 832 pontos.

O plano proposto pelo presidente americano recém-eleito continuou gerando volatilidade ontem, com recuo significativo dos papéis de bancos. As ações do Bank of America, candidato ao novo plano de resgates, fecharam em queda de 11,32%. Prevalece a curiosidade sobre o pacote para o setor bancário, cujos detalhes ainda não são conhecidos pelo mercado.

Mais cedo as bolsas apontaram valorização por conta da baixa menor do que o esperado para a atividade do setor de não-manufaturados. A inversão de rumo foi puxada não só pelos bancos, mas também por empresas como a Kraft Foods, que registrou resultado abaixo do esperado e viu seus papéis caírem 9,15%.

As bolsas europeias fecharam em alta. Os investidores europeus acompanharam a divulgação de indicadores nos EUA que não foram tão negativos quanto o previsto. Nos mercados europeus, os setores bancário, petrolífero e de mineradoras tiveram ganhos.

O índice FTSEurofirst 300 - que reúne ações das principais empresas europeias - teve alta de 2,46%, chegando aos 811,41 pontos.

A Bolsa de Londres fechou em alta de 1,54% no índice FTSE 100, indo para 4.228,60 pontos; a Bolsa de Paris subiu 2,90% no índice CAC-40, para 3.068,99 pontos; a Bolsa de Frankfurt ganhou 2,69% no índice DAX, fechando com 4.492,79 pontos.

(Valor Econômico, com agências internacionais)

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