O presidente da Vivo, Roberto Lima, disse hoje que o Plano Nacional de Banda Larga abre uma oportunidade para o governo rever as taxas e os impostos e contribuições incidentes sobre o setor de telecomunicações. "Esse é o momento adequado para que, através de uma política fiscal mais racional, se tenha uma redução nos preços do acesso à internet.

O presidente da Vivo, Roberto Lima, disse hoje que o Plano Nacional de Banda Larga abre uma oportunidade para o governo rever as taxas e os impostos e contribuições incidentes sobre o setor de telecomunicações. "Esse é o momento adequado para que, através de uma política fiscal mais racional, se tenha uma redução nos preços do acesso à internet. Vai aumentar a demanda e o volume, e a arrecadação cresce lá na frente", afirmou, em teleconferência com analistas. Segundo ele, as taxas pagas à Anatel em conjunto à carga tributária incidente sobre os serviços, como ICMS, PIS e Cofins, superam os 50%. Lima diz acreditar ser imprescindível essas reduções para se acelerar o uso da internet e chegar a planos de internet na faixa dos R$ 35. "O governo tem que fazer isso enquanto o mercado (de banda larga) não é muito grande, porque depois que a arrecadação crescer, aí não se mexe mais." Lima afirmou, contudo, ser favorável ao plano e garantiu apoio à iniciativa. "Achamos interessante o governo colocar como prioridade para o País a expansão da banda larga", disse, acrescentando que o setor privado poderá ter uma participação dentro do plano no sentido de complementação dos serviços. O executivo destacou ainda que a Vivo cumpriu a meta estabelecida com a Anatel para a expansão da cobertura da rede de terceira geração (3G), determinada durante leilão das licenças em 2008. "Superamos a meta e já estamos atuando em mais de 600 municípios", afirmou.

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