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Plano antigo fica 7,12% mais caro

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou três seguradoras que haviam assinado o Termo de Compromisso no passado a reajustarem os convênios médicos individuais antigos (assinados antes de 1999) em 7,12%, o menor índice desde 2005. Assim, Bradesco Saúde, Sul América e Itauseg vão aumentar os contratos de 527 mil consumidores na data do vencimento dos contratos.

Agência Estado |

O número de afetados pela correção corresponde a 1,07% do total de usuários de planos de saúde no Brasil, que hoje gira em torno de 49,3 milhões, segundo a ANS.

Para chegar ao índice de 7,12%, a agência manteve a mesma fórmula de cálculo adotada no ano passado, no caso de empresas que haviam assinado anteriormente os Tcs.

Sendo assim, o porcentual de correção é baseado em seis itens referente aos gastos médicos: consultas médicas, exames ambulatoriais, terapias, internações, atendimentos ambulatoriais e demais despesas assistenciais. Esses gastos são referentes às variações dos chamados Custos Médico-Hospitalares (VCMH) das operadoras com mais de 100 mil beneficiários.

As três empresas haviam sido questionadas pela agência em 2004 por terem aplicado índices de reajustes abusivos nos contratos antigos. Na ocasião, além de Bradesco Saúde, SulAmérica e Itaúseg, também foram avaliados os porcentuais da Amil e Golden Cross.

Para solucionar o problema, a ANS apresentou uma proposta às empresas, que assinaram o TC, nos quais concordavam em corrigir as irregularidades. Além disso, essas operadoras também aceitaram submeter os índices de aumento das mensalidades à regulação do governo antes de repassar os valores aos consumidores.

Por conta daqueles acordos, a ANS conseguiu evitar que algumas pessoas tivessem os contratos reajustados em até 80%, como havia sido proposto por algumas seguradoras na ocasião.

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