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Piratas somalis capturam superpetroleiro

Piratas somalis seqüestraram sábado um dos maiores superpetroleiros do mundo com 25 tripulantes a bordo e capacidade para transportar até 2 milhões de barris de petróleo, o equivalente a US$ 100 milhões, ou um quarto de toda a exportação diária de petróleo da Arábia Saudita. O navio seqüestrado, o MV Sirius Star, pertence à companhia saudita Aramco.

Agência Estado |

O seqüestro ocorreu na costa leste da África, no Oceano Índico, a 830 quilômetros de Mombassa, no Quênia, e já é considerado um dos maiores da história. Os piratas somalis atacaram o navio numa área pesadamente vigiada por patrulhas internacionais, ao sul do Golfo de Áden. A ação de piratas tem sido cada vez mais freqüente nas águas africanas e ameaça uma das rotas comerciais mais importantes do planeta.

O tenente Nathan Christensen, porta-voz da V Frota da Marinha dos EUA - que coordena os trabalhos de vigilância da área -, disse que o superpetroleiro estava carregado com petróleo no momento do seqüestro, mas não soube dizer quantos barris ele transportava. As autoridades também se recusaram a dar detalhes sobre a origem e o destino programados para o navio. Christensen acrescentou apenas que o petroleiro foi levado a algum lugar na frente do porto somali de Eyl.

Esse porto, na costa nordeste da Somália, converteu-se em um refúgio para piratas e várias embarcações seqüestradas permanecem retidas ali, enquanto as quadrilhas esperam pelo pagamento do resgate. Até ontem à noite, não havia informação sobre um eventual pedido de resgate pelo Sirius Star.

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