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Pilotos e assistentes de vôo da Alitalia se irritam com Governo

ROMA - A reunião que o Governo da Itália tinha convocado neste domingo com todos os sindicatos da companhia aérea italiana Alitalia para conseguir um acordo sobre o futuro da empresa foi adiada, e as centrais sindicais que representam pilotos e assistentes de vôo começam a perder a paciência.

EFE |

Os membro do Executivo seguem reunidos com os três sindicatos majoritários, Cgil, Cisl, Uil, para tentar chegar a um acordo para propor aos outros representantes dos trabalhadores e à Companhia Aérea Italiana, criada por um grupo de empresários do país dispostos a comprar a Alitalia.

A reunião unitária de todos os sindicatos estava prevista para as 15h (em Brasília) e depois foi adiada para 17h, mas foi postergada novamente sem ser estabelecido um novo horário.

Enquanto o Governo e os sindicatos majoritários tentam conseguir o acordo, as outras centrais sindicais que representam os pilotos e assistentes de vôo seguem esperando a reunião na outra sede do Ministério do Trabalho, na rua Fornaro.

Durante a longa espera, cerca de 300 trabalhadores da Alitalia se concentraram na rua para expressar seu protesto ao grito de "melhor falirmos do que cair nas mãos de bandidos".

Em uma nota em comum, os representantes dos pilotos e assistentes de vôo - Sdl, Anpac, Up, Anpav e Avia - chamaram de "irresponsável" a decisão do Governo de se reunir primeiro com os sindicatos majoritários.

"Se não houver a imediata convocação de uma mesa de negociações unitária, com a presença de todos os sindicatos, a situação será irreversível", adverte a nota.

A resposta que os sindicatos darão após a esperada reunião unitária será decisiva para o futuro da Alitalia.

A situação da empresa se agravou no sábado quando o comissário extraordinário da companhia aérea, Augusto Fantozzi, afirmou que "existe o risco do cancelamento de vôos, devido às dificuldades de abastecimento de combustíveis".

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