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PIB da China e dados dos EUA movimentam pregão

SÃO PAULO - Nesta quinta-feira, os investidores reagem a uma série de indicadores sobre a economia chinesa que foi divulgada na noite de ontem. Destaque para o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre que cresceu 11,9% sobre igual período do ano passado, ficando pouco acima dod 11,5% previstos pelos analistas.

Valor Online |

SÃO PAULO - Nesta quinta-feira, os investidores reagem a uma série de indicadores sobre a economia chinesa que foi divulgada na noite de ontem. Destaque para o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre que cresceu 11,9% sobre igual período do ano passado, ficando pouco acima dod 11,5% previstos pelos analistas. O melhor desempenho econômico em cerca de três anos dá força às expectativas de novas medidas restritivas ao crescimento, como uma alta de juros, e também aumenta a pressão para que a China permita uma maior flutuação do yuan ante o dólar. Também foi divulgado que a inflação ao consumidor foi de 2,4% em março, sobre igual mês de 2009, também abaixo do previsto. No atacado, os preços subiram mais de 5%. Já a produção industrial e as vendas no varejo apresentaram altas da ordem de 18%, sempre no comparativo anual. Durante o primeiro trimestre, os investimentos em ativos fixos urbanos registraram crescimento de 26,4%. Também em base trimestral, a venda de carros disparou 76%. Enquanto assimilam esta rodada de números, os investidores aguardam o desempenho da produção industrial nos Estados Unidos no mês de março. A previsão sugere alta de 0,5% a 0,7%, seguindo variação positiva de 0,1%. Os investidores também conhecem os pedidos por seguro-desemprego e o índice de atividade do Federal Reserve (Fed) da Filadélfia. Por aqui, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10). O Banco Fator projeta alta de 0,54%, após inflação de 1,10%, e a CM capital espera aumento de 0,45%. O recuo deve ser puxado pelos preços industriais e de alimentos. No front corporativo, saem os balanços da AMD, Google e Rio Tinto. A semana acaba com dados do setor imobiliário nos Estados Unidos e com uma leitura preliminar do índice de confiança. (Eduardo Campos | Valor)
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