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A Pfizer, maior farmacêutica do mundo, começou a demitir ontem 800 pesquisadores. Até o final do ano, a companhia americana espera eliminar de 5% a 8% de seus 10 mil pesquisadores.

Embora os cortes apenas arranhem a força de trabalho da empresa, de 83,4 mil pessoas, atingem o coração do grupo: a área de pesquisa e desenvolvimento, responsável por descobrir novos medicamentos e com orçamento de US$ 7,5 bilhões.