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PF trabalha com três hipóteses para grampo a Gilmar Mendes, diz Genro

RIO - O ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou que a Polícia Federal trabalha com três hipóteses de investigação para o caso do grampo no gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes: a terceirização, com a contratação de uma empresa privada para fazer a gravação; a gravação por parte de algum integrante da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em flagrante desvio de conduta; ou que alguém de outra agência tenha feito a gravação com o objetivo de criar instabilidade política.

Valor Online |

A Polícia Federal, sob orientação do diretor geral, Luiz Fernando (Corrêa), que me deu um relato completo hoje, está trabalhando com essas três possibilidades no primeiro momento. Mas isso não quer dizer que se esgotem, podem surgir outras, revelou Genro, que participou hoje do Fórum Especial, organizado pelo Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), no Rio de Janeiro.

Genro evitou fazer ligações mais profundas entre a atuação da Abin e o grampo, mas lembrou que a agência tem origem no antigo Serviço Nacional de Informações (SNI), que sofreu uma reforma jurídica, institucional e legal.

Mas esta transição é lenta. Tem que haver uma mudança de cultura, de procedimento e é isso que estamos fazendo agora. É um sinal de maturidade democrática, ressaltou Genro que, questionado sobre a existência de um ranço do SNI dentro da Abin, foi taxativo: Se confirmado o grampo, é bem provável.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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