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Petrolífera chinesa torna-se a 5ª maior do mundo

Pequim, 2 dez (EFE).- A petrolífera estatal China National Petroleum Corporation (CNPC) já não é somente a primeira da Ásia, mas a quinta do mundo, na frente de gigantes como a British Petroleum (BP) e a Shell.

EFE |

A Televisão Central China (CFTV) informa hoje, citando um ranking internacional elaborado pela revista "Petroleum Intelligence Weekly", que a empresa estatal avançou em 2007 até a quinta posição, enquanto a britânica BP caiu para o sexto lugar e a anglo-holandesa Shell para o sétimo.

A lista da revista -que põe na liderança a Saudita Aramco- reflete as 50 principais petrolíferas do mundo e é considerada um dos principais métodos de avaliação do rendimento comparativo destas firmas.

Entre a petrolífera saudita e a chinesa, os primeiros postos do ranking vão para a iraniana NIOC, a americana Exxon Mobil e a venezuelana PDVSA.

Outra novidade deste ano é que outra petrolífera chinesa, China National Offshore Oil Corp (Cnooc), principal do país em jazidas submarinas, também chegou à lista das 50 maiores.

A notícia coincide com um comunicado da CNPC no qual ela assinala que em 2008 descobriu seis novas jazidas de petróleo e gás, como conseqüência de um plano para se concentrar na exploração.

Com estas descobertas, as novas reservas de gás natural comprovadas da CNPC devem superar os 400 bilhões de metros cúbicos, segundo um comunicado publicado em seu site que não especifica quais são essas reservas.

Em 2007, as novas reservas provadas de petróleo totalizaram 1,04 bilhões de toneladas, enquanto o número para o gás natural foi de 452,2 bilhões de metros cúbicos.

"Os próximos cinco ou oito anos serão um período crucial para que CNPC se transforme em uma multinacional petrolífera", afirmou a estatal.

Quanto à crise global financeira, a CNPC deve controlar seu custo por unidade e as despesas para assim aumentar os lucros da exploração.

Os investimentos da firma em 2009 se centrarão na busca por mais recursos de gás e petróleo, disse Jiang Jiemin, diretor-geral de CNPC.

No próximo ano a companhia também deve adquirir firmas que se tenham se debilitado pela crise financeira tanto nos mercados de capital como nos de recursos.

Atualmente, a CNPC está construindo uma refinaria na cidade sudoeste de Chongqing com uma capacidade de 200 mil barris diários, informou o diário "China Daily".

A atual demanda de petróleo da China -segundo consumidor mundial de petróleo, após os Estados Unidos- é de 8,5 milhões de barris diários, dos quais tem que importar mais da metade. EFE mz/jp

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