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Petróleo WTI sobe em NY, e fecha a semana na casa dos US$ 125

Nova York, 1 ago (EFE).- O barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou hoje em alta de US$ 1 em Nova York, na casa dos US$ 125, ao término de uma semana muito volátil e na qual foram divulgados mais dados sobre a diminuição da demanda de combustíveis nos Estados Unidos.

EFE |

Ao fim do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) para entrega em setembro ficaram a US$ 125,10 por barril (159 litros), após alta de US$ 1,02 em relação ao preço anterior.

Os contratos de gasolina para setembro somaram US$ 0,01, e finalizaram o dia a US$ 3,0843 por galão (3,78 litros).

O gasóleo de calefação para esse mês registrou uma alta de US$ 0,03, e terminou cotado a US$ 3,4368 por galão.

Os contratos de gás natural para setembro fecharam a US$ 9,38 por mil pés cúbicos, US$ 0,27 a mais do que no dia anterior.

O preço do petróleo WTI mostrou um comportamento muito volátil durante a semana, à medida que os operadores analisavam dados sobre o desempenho da economia dos EUA e a evolução das reservas e do nível de demanda no país, o maior consumidor de combustíveis em nível mundial.

O barril de petróleo WTI subiu 1,5% esta semana, e hoje chegou aos US$ 128,60.

No entanto, na terça-feira passada, esteve prestes a cair abaixo dos US$ 120, algo que não ocorria desde o início de maio.

Reiterados sinais dão conta de que a diminuição do uso de combustíveis, devido a uma menor atividade econômica e aos elevados preços na venda ao público, pressionaram para baixo os preços no mercado atacadista desde o início de julho, quando o barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) chegou a um preço recorde de US$ 147,27.

O Departamento de Energia informou na quarta-feira que o volume total de combustíveis enviados ao mercado, índice tomado como referência do nível de demanda, foi de uma média de 20,2 milhões de barris diários nas últimas quatro semanas, 2,4% a menos do que há um ano.

A demanda de gasolina se situou nesse mesmo período em uma média de 9,4 milhões de barris, 2,4% abaixo do nível do ano anterior.

Aos dados de demanda se uniram esta semana outros que refletiram que a economia dos Estados Unidos avançou nos dois primeiros trimestres com mais lentidão do que se previa.

A economia cresceu a um ritmo anual de 1,9% no segundo trimestre deste ano, após subir 0,9% nos três meses anteriores.

Dados que sugerem um arrefecimento da economia tendem a fortalecer a impressão de que se reduzirá o consumo de petróleo e de produtos derivados, o que costuma pressionar os preços para baixo.

Outros dados divulgados hoje indicaram que a taxa de desemprego subiu dois décimos em julho, para 5,7 pontos percentuais, e que a economia perdeu 51 mil empregos esse mês, após uma queda similar no mês anterior.

O fortalecimento da moeda americana frente ao euro e a outras moedas nas últimas semanas também contribuiu para frear a alta dos preços do petróleo.

O preço do petróleo WTI subiu 3,7% na quarta-feira, logo após a divulgação da diminuição das reservas de gasolina nos Estados Unidos, quando se previa um aumento moderado.

No caso do petróleo, as reservas tiveram queda de 100 mil barris, quando se esperava uma baixa de mais de um milhão de barris.

Os preços da gasolina na venda ao público se movimentaram em baixa nos últimos dias, aliviando os orçamentos de famílias e empresas. EFE vm/gs

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