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Petróleo WTI fecha em baixa em dia no qual dólar ganhou força frente ao euro

O preço do barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) caiu quase 1% e ficou em cerca de US$ 115 em Nova York em um dia no qual o dólar se fortaleceu diante do euro e de outras divisas.

EFE |

No final do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) os contratos do barril (159 litros) do tipo WTI para setembro caíram US$ 0,99 em comparação ao preço anterior e fecharam em US$ 115,01.

Além disso, os contratos de gasolina para entrega em setembro terminaram o dia com o preço de US$ 2,9120 o galão (3,78 litros), US$ 0,02 a menos que no dia anterior.

Os contratos de gasóleo de calefação para este mês ficaram em US$ 3,0991 o galão, cerca de US$ 0,03 a menos que na quarta.

Já o gás natural para setembro teve uma diminuição de US$ 0,32 em relação a seu preço anterior e fechou o dia valendo US$ 8,13 por mil pés cúbicos.

A queda do preço deste combustível coincidiu com o anúncio de informações que indicavam um aumento de 50 bilhões de pés cúbicos no volume de gás em reserva no final da última semana, seguindo as previsões existentes.

O total acumulado chega a 2,56 trilhões de pés cúbicos, volume que é 11,4% inferior ao de 2007, mas similar à média dos últimos cinco anos, informa o Departamento de Energia dos EUA.

A diminuição do preço do petróleo aconteceu no mesmo momento em que o dólar se fortaleceu frente ao euro e outras divisas, o que encarece as compras de petróleo e de outras matérias-primas que são negociadas em dólares.

O unidade do euro valia hoje menos de US$ 1,49 após ter se mantido neste nível por três pregões consecutivos.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou nos EUA 0,8% em julho, o dobro do que se esperava, após aumentar 1,1% no mês anterior.

O aumento da inflação cria expectativas de que as taxas de juros nos EUA poderiam sofrer aumento em um prazo não distante, o que tende a reforçar a posição do dólar perante o euro e outras moedas.

Também foi divulgado hoje que a economia na eurozona contraiu 0,2% entre abril e junho por causa, sobretudo, de uma menor atividade na França e na Alemanha.

Esse cenário, unido ao fraco avanço da economia nos EUA, aguça a impressão de que continuará diminuindo a demanda de petróleo e de combustíveis nestas duas regiões, o que tende a pressionar os preços para baixo.

A demanda de gasolina nas últimas quatro semanas nos EUA foi em média de 9,4 milhões de barris por dia, 1,9% a menos que no mesmo período do ano passado.

O Departamento de Energia calcula que o consumo de combustíveis nos EUA caiu 2,5% entre agosto de 2007 e julho deste ano.

A tendência de baixa do preço do petróleo continua apesar de até mesmo ter se alterado o fluxo regular de fornecimento em dois oleodutos que passam pela República da Geórgia.

A queda do preço do petróleo favoreceu uma diminuição das cotações da gasolina e do diesel de venda ao público, o que representa um certo alívio para consumidores e empresas.

O galão de gasolina regular era vendido hoje nos EUA a um preço médio de US$ 3,77, US$ 0,01 a menos que na quarta, enquanto o diesel se situava em US$ 4,47, também US$ 0,01 a menos que no dia anterior.

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