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Petróleo WTI fecha com baixa de 2,3% em Nova York

Nova York, 30 out (EFE) - O barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) caiu hoje 2,3% em Nova York e fechou a US$ 65,96 o barril, enquanto os operadores seguem atentos ao efeito que a desaceleração na atividade econômica nos Estados Unidos e outros países tem sobre a demanda por petróleo e combustíveis.

EFE |

Ao fim do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de WTI para entrega em dezembro baixavam US$ 1,54 frente ao preço de terça-feira, após serem negociados, em alguns momentos, em torno de US$ 70.

O WTI fechou com alta de 7,6% no pregão anterior e também subiram com força as ações dos combustíveis esse dia, após o Departamento de Energia americano divulgar dados de reservas que foram piores que o esperado.

No entanto, os preços da gasolina, do gasóleo e do gás natural terminaram abaixo dos níveis de quarta-feira.

Os contratos de gasolina para entrega em novembro caíram US$ 0,06 e finalizaram a US$ 1,4670 o galão (3,78 litros).

Já os de gasóleo de calefação para o mesmo mês concluíram a US$ 1,9841 o galão, US$ 0,02 a menos que na quarta-feira.

O gás natural para entrega em dezembro caiu US$ 0,34 e ficou a US$ 6,43 por mil pés cúbicos.

A queda no preço do gás teve relação com a divulgação de dados que refletiram um aumento em reservas da semana passada um pouco maior do previsto, segundo os especialistas.

As reservas de gás natural aumentaram em 46 bilhões de pés cúbicos em relação à semana anterior e ficaram em um total de US$ 3,39 trilhões, ou seja, 2,8% abaixo do nível de 2007.

A queda nos preços do petróleo e dos combustíveis coincidiu com a divulgação de dados preliminares relativos ao comportamento da economia dos Estados Unidos no terceiro trimestre, que refletiram uma contração de 0,3% na atividade, menos que o previsto pelos economistas.

As provisões de combustíveis ao mercado americano, algo que o mercado leva em consideração do nível de demanda, foram de uma média de 18,9 milhões de barris diários nas últimas quatro semanas, 7,8% a menos que no ano passado.

A demanda específica de gasolina foi de 8,9 milhões de barris diários nesse mesmo período, 3,4% a menos que há um ano, e a de destilados se situou, em uma média, de quatro milhões de barris diários ou 5,2% abaixo do nível de 2007. EFE vm/db

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