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Petróleo WTI fecha com alta de 4,4% em Nova York

Nova York, 30 set (EFE) - O preço do barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) subiu hoje 4,4% e fechou a US$ 100,64, entre expectativas de que o Congresso dos Estados Unidos finalmente aprovará um plano de resgate financeiro e isso encorajará a economia e a demanda por combustíveis.

EFE |

Ao fim do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de WTI para entrega em novembro somaram US$ 4,27 ao preço anterior e recuperaram, assim, a tendência de alta, após duas sessões em baixa.

Na jornada anterior, o barril de petróleo WTI se desvalorizou 9,8%, a maior queda em quase sete anos.

Apesar do aumento de hoje, o barril de petróleo Texas se barateou 12,8% ou US$ 14,82 este mês, devido também ao fortalecimento do dólar frente ao euro e a outras divisas.

A correlação entre o avanço do dólar e a queda no preço do petróleo, que foi freqüente em vários pregões este ano, não se deu, no entanto, hoje, pois a moeda americana se fortaleceu perante o euro e outras moedas.

Os contratos de gasolina para entrega em outubro somaram cerca de US$ 0,08, até US$ 2,4847 o galão (3,78 litros).

O gasóleo de calefação para entrega nesse mesmo mês ficou a US$ 2,8636 por galão, uma alta de US$ 0,10 em relação a segunda-feira.

O valor dos contratos de gás natural para novembro subiu US$ 0,21 e finalizou a US$ 7,43 por mil pés cúbicos.

Os preços do petróleo e dos combustíveis subiram paralelamente às fortes altas registradas pelas bolsas de Nova York, um dia após ter uma queda histórica nesse mercado.

O encarecimento do petróleo coincidiu ainda com a divulgação de dados oficiais que refletiram que a produção diária de petróleo no Golfo do México diminuiu 57,1% e a de gás natural, 45,7%, por causa dos furacões "Ike" e "Gustav, que passaram pela região no final de agosto e começo de setembro.

Os operadores também devem receber na quarta-feira os dados do Departamento de Energia americano relativos a reservas de petróleo e combustíveis armazenadas no país na semana passada, e alguns analistas prevêem que refletirão um aumento no caso do petróleo e uma redução nas reservas de gasolina. EFE vm/db

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