Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Petróleo WTI cai e fecha abaixo dos US$ 113 em Nova York

O barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou nesta segunda-feira com baixa de quase US$ 1 e se situou abaixo dos US$ 113 em Nova York, pela primeira vez desde o início de maio, entre expectativas de que a tempestade Fay não afetará a produção no Golfo do México.

EFE |

Ao fim do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de petróleo Texas para entrega em setembro diminuíam US$ 0,90 em relação ao preço anterior e finalizaram a US$ 112,87 o barril (159 litros).

Os contratos de WTI com mais vencimento mais próximo não fechavam abaixo de US$ 113 desde 1º de maio, um pregão no qual terminaram a US$ 112,52 o barril.

Os contratos de gasolina para entrega em setembro terminaram a um preço de US$ 2,8152 o galão (3,78 litros), quase US$ 0,05 a menos que na sexta-feira.

Os contratos de gasóleo de calefação para esse mês ficaram a US$ 3,0848 o galão, quase US$ 0,03 a menos que no dia anterior.

O gás natural para setembro caiu US$ 0,21 e concluiu a US$ 7,88 por mil pés cúbicos.

A tempestade "Fay" poderia se transformar em um furacão de menor intensidade à medida que avança em direção à Flórida e se prevê que se deslocará depois para nor-noroeste, segundo os meteorologistas.

Com essa trajetória, ficaria fora do alcance do ciclone a grande maioria das instalações de produção de petróleo e de gás natural no Golfo do México, o que alivia algumas preocupações no mercado nova-iorquino.

A queda do preço do petróleo coincidiu com um moderado enfraquecimento do dólar perante o euro e outras divisas, embora os economistas considerem que não representa uma mudança na tendência predominante há semanas, na qual a moeda americana recuperou terreno de forma contínua perante a moeda européia.

Além disso, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) revisou para baixo suas previsões de crescimento da demanda de petróleo para este ano, que calcula em um milhão de barris por dia em relação a 2007, 30 mil barris a menos do que estimou um mês atrás, segundo o relatório mensal divulgado na sexta-feira.

Para 2009, estima que o consumo global suba em 900 mil barris diários, com o que mantém, por enquanto, os cálculos que fez em julho.

 

Leia tudo sobre: petroleopetróleo

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG