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Petróleo WTI cai 3,54% e termina a semana em US$ 46,28

Nova York, 12 dez (EFE).- O preço do barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) caiu hoje 3,54% e terminou a semana a US$ 46,28, em um ambiente de inquietação por causa do futuro da indústria automobilística nos Estados Unidos e à espera de comprovar se a Opep reduz sua oferta.

EFE |

Ao término da sessão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de WTI para entrega em janeiro caíram US$ 1,70, mas terminam a semana 13,4% mais caros que na anterior.

O preço do petróleo moderou hoje sua queda em paralelo à recuperação registrada também pela Bolsa de Valores, depois que os investidores mostraram maior confiança em que o Governo dos EUA não permitirá o afundamento dos maiores fabricantes de automóveis neste país.

Uma coisa parecida aconteceu com os valores dos combustíveis, que neutralizaram as perdas registradas nas primeiras horas de atividade no Nymex.

Os contratos de gasolina para entrega em janeiro fecharam a US$ 1,0777 o galão (3,78 litros), um preço similar ao do dia anterior, e também não registrou uma variação significativa o preço dos contratos de gasóleo para esse mês, que fecharam a US$ 1,4934 o galão.

O gás natural para entrega em janeiro baixou US$ 0,11 e fechou a US$ 5,48 por mil pés cúbicos.

A recuperação do preço do petróleo coincidiu também com um moderado enfraquecimento do dólar perante o euro e outras moedas, o que costuma estimular as compras de matérias-primas que, como no caso do petróleo, se negociam em dólares nos mercados internacionais.

Os operadores estão esperando a reunião que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) vai realizar na quarta-feira e esperam que se aprove um corte significativo das cotas de produção, para frear a queda dos preços do petróleo.

A Opep decidiu em outubro diminuir em 1,5 milhão de barris diários sua produção, mas não evitou com isso que o petróleo seguisse sendo negociado em baixa nos mercados internacionais.

A Agência Internacional da Energia (AIE) revisou para baixo esta semana seus cálculos sobre a demanda de petróleo e prevê que vai cair no conjunto deste ano pela primeira vez em 25 anos.

A entidade considera que a demanda mundial de petróleo em 2008 vai ficar em uma média de 85,8 milhões de barris diários, um número que é inferior em 350.000 barris a suas previsões de um mês atrás e para 2009 considera que subirá para 86,3 milhões. EFE vm/ma

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