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Petróleo Texas fecha em baixa de US$ 1,1% em Nova York

Nova York, 15 ago (EFE) - O preço do barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) baixou hoje 1,1% e concluiu a semana em torno dos US$ 113 em Nova York, entre mais sinais de fortalecimento do dólar e expectativas de menor demanda em nível mundial.

EFE |

Ao terminar o pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de WTI para setembro diminuíam US$ 1,24 ao preço anterior e finalizaram a US$ 113,77 o barril (159 litros).

O barril do Texas caiu US$ 1,43 ou 1,2% na semana e reduziu seu valor em US$ 33,50 ou 22,7% desde que em 11 de julho bateu recorde de US$ 147,27 por barril.

No entanto, o barril de WTI está US$ 40,44 ou 55,1% mais caro que há um ano.

Os contratos de gasolina para entrega em setembro finalizaram hoje a um preço de US$ 2,8602 o galão (3,78 litros), US$ 0,05 menos que no dia anterior.

Os contratos de gasóleo de calefação para esse mês ficaram a US$ 3,1191 por galão, US$ 0,02 a mais que na quinta-feira.

O gás natural para setembro baixou US$ 0,04 e terminou a US$ 8,09 por mil pés cúbicos.

A moeda americana persistiu hoje em alta perante o euro e o iene, entre outras moedas, o que tende a desanimar os investidores a comprar matérias-primas que, como o petróleo ou o ouro, são negociadas em dólares.

O retrocesso do preço do petróleo foi favorecido também pela perspectiva de que reduz a demanda de petróleo e combustíveis nos Estados Unidos, Europa e outros países desenvolvidos, devido à desaceleração da economia e aos elevados preços na venda ao público.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) revisou ligeiramente em baixa as previsões de crescimento da demanda de petróleo neste ano, que calcula em um milhão de barris diários em relação a 2007, 30 mil barris a menos do que o previsto há um mês.

Além disso, os últimos dados divulgados pelo Departamento de Energia americano revelaram que o volume de combustíveis enviado ao mercado dos Estados Unidos, algo considerado como referência do nível de demanda, foi de uma média de 20,2 milhões de barris diários nas últimas quatro semanas, 2,8% a menos que há um ano. EFE vm/db

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