Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Petróleo Texas fecha com queda de 1,8% em N.York

Nova York, 25 jul (EFE).- O preço do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou hoje com queda de 1,8%, terminando a semana em torno de US$ 123 em Nova York, entre sinais de menor demanda por combustíveis nos Estados Unidos e de fortalecimento do dólar perante o euro e outras divisas.

EFE |

Ao fim do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de WTI para entrega em setembro ficaram a US$ 123,26 por barril (159 litros), após cair US$ 2,23 em relação ao preço anterior e alcançar, durante o pregão, US$ 122,50.

Os contratos desse tipo de petróleo com vencimento mais próximo não finalizaram a menos de US$ 124 desde 4 de junho e se depreciaram 4,4% na semana.

Os contratos de gasolina para entrega em agosto diminuíam US$ 0,02 e finalizavam a US$ 3,0323 por galão (3,78 litros).

O gasóleo de calefação para entrega no mesmo mês baixou US$ 0,04, para US$ 3,5229 por galão.

Os contratos de gás natural para agosto finalizaram a US$ 9,08 por mil pés cúbicos, US$ 0,24 a menos que no dia anterior.

O preço do WTI mostrou hoje uma clara tendência de baixa desde o começo do pregão e neutralizou a alta de US$ 1 registrada na quinta-feira.

O valor se movimentou em baixa em sete das últimas nove sessões e se afastou do recorde histórico de US$ 145,18 por barril ao qual fechou o pregão do dia 14.

Sinais de que diminui a demanda de combustíveis nos EUA devido aos altos valores na venda ao público e a uma menor atividade econômica continuam pressionando em baixa os preços, reiteram os analistas.

O volume de combustíveis fornecidos ao mercado dos Estados Unidos nas últimas quatro semanas foi de uma média de 20,3 milhões de barris diários, 2,1% a menos que no ano passado, segundo dados divulgados pelo Departamento de Energia americano esta semana.

A demanda específica de gasolina desceu 2,4% no período em relação ao ano anterior e se situou em uma média de 9,3 milhões de barris, segundo o departamento.

Os operadores nova-iorquinos comprovaram também na quarta-feira que as reservas de petróleo caíram menos do que o previsto, enquanto as da gasolina e dos destilados aumentaram mais que o previsto pelos analistas.

O tom de baixa que predominou durante esta semana também é conseqüência do alívio foi comprovar que o furacão "Dolly" quase não causou interrupções à atividade petrolífera no Golfo do México.

O Serviço de Gestão de Minerais (MMS, em inglês), a entidade federal competente sobre as atividades petrolíferas nessa região, calcula que a produção de petróleo diminuiu 1,4% e a de gás natural, 5,4% durante a passagem do temporal.

O mercado soube hoje que a Arábia Saudita, o maior produtor de petróleo em nível mundial, aumentou sua produção diária em 200 mil barris este mês, segundo cálculos preliminares da firma PetroLogistics.

A moeda americana ganhou força em seus câmbios com o euro e o iene, entre outras divisas, durante a semana, e isso favoreceu a queda do preço do petróleo, ao encarecer as compras da commodity nos mercados internacionais. EFE vm/db

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG