Nova York, 28 jul (EFE) - O barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou hoje com alta de 1,2% e superou de novo os US$ 124 em Nova York, entre notícias de ataques a oleodutos na Nigéria e mais sinais de fraqueza do dólar perante o euro e outras divisas.

Ao fim do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de WTI para entrega em setembro fechavam a US$ 124,73 por barril (159 litros), após subir US$ 1,47 em relação ao preço anterior.

Os contratos de gasolina para agosto somaram quase US$ 0,04 ao valor de sexta-feira e finalizaram a US$ 3,07 por galão (3,78 litros).

O gasóleo de calefação para entrega no mesmo mês fechou em alta de US$ 0,04 e ficou a US$ 3,5620 o galão.

Os contratos de gás natural para agosto terminaram o pregão a US$ 9,16 por mil metros cúbicos, US$ 0,08 mais caros que na semana passada.

O preço do WTI recuperou hoje parte do que tinha perdido na sexta-feira, devido a uma renovada preocupação com os freqüentes ataques sofridos pelas instalações petrolíferas no sul da Nigéria, onde se concentra a maior parte da atividade das companhias que operam nesse país.

A Nigéria é o quinto maior fornecedor de petróleo e combustíveis ao mercado americano, depois de Canadá, Arábia Saudita, México e Venezuela.

O aumento no preço do petróleo e dos combustíveis interrompe, por enquanto, a tendência de baixa que predominou nas duas últimas semanas na Nymex, depois que, no último dia 11, o WTI bateu o recorde de US$ 147,27 o barril.

Os analistas relacionaram a queda com sinais evidentes de que caiu a demanda de gasolina e de outros combustíveis nos Estados Unidos, devido, em grande medida, aos espetaculares preços que alcançaram na venda ao público em datas não tão distantes.

O galão de gasolina era vendido hoje a um preço médio nos EUA de US$ 3,95, ou US$ 0,02 a menos que no dia anterior, após chegar a um número recorde de US$ 4,11 no dia 17, segundo dados divulgados diariamente pela associação automobilista AAA, a maior do país.

O preço do diesel também desceu, após alcançar no mesmo dia um recorde histórico de US$ 4,84 por galão e hoje era vendido a uma média de US$ 4,73 por galão. EFE vm/db

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