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Petróleo termina o dia em queda de quase 7% em NY

Os contratos futuros do petróleo terminaram em queda, devido à proximidade do vencimento de opções em Nova York e com investidores encontrando poucos motivos para justificar o avanço acentuado dos preços registrado na sexta-feira. O pregão viva-voz do petróleo nos EUA não funcionou ontem devido ao feriado norte-americano do Dia do Presidente.

Agência Estado |

O contrato futuro do petróleo para março negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) caiu US$ 2,58, ou 6,68%, para US$ 34,93 o barril. Em Londres, o contrato do petróleo tipo Brent para abril perdeu US$ 2,25, ou 5,2%, para US$ 41,03 o barril.

"(A queda) é um indicativo do vencimento das opções e também um pouco de reticência dos investidores em relação ao avanço questionável de sexta-feira", disse Stephen Schork, editor do boletim de energia Schork Report. "O mercado está testando até que ponto pode pressionar o contrato do petróleo para março."

No início da semana passada, o preço do contrato com entrega do petróleo em março negociado na Nymex estava perto do menor nível em cinco anos, mas subiu 10% na última sexta-feira. Alguns investidores, convencidos de que o petróleo voltara a operar perto das mínimas, compraram opções para vender o barril por US$ 35. O rali de sexta-feira empurrou os preços para mais de US$ 35, tornando os contratos de opção, que venceram hoje, temporariamente inúteis. Os detentores das opções reagiram e conseguiram baixar os preços do barril novamente, segundo operadores.

Analistas veem uma forte possibilidade de os preços do petróleo atingirem novas mínimas até sexta-feira, data de vencimento do contrato março. O índice acionário Dow Jones registrou o menor nível em 10 anos hoje em meio a receios de que os setores bancário e automotivo dos EUA podem fracassar em seus respectivos esforços de reestruturação.

O próximo dado que deve determinar a direção do mercado será o relatório do Departamento de Energia dos EUA sobre a posição dos estoques de petróleo no país, que será divulgado na quinta-feira. Os estoques de petróleo subiram nas últimas semanas e estão perto do maior nível em 16 anos.

"Tem muito petróleo por aí e isso deve limitar o avanço do mercado", disse Phil Flynn, analista da Alaron Trading Corp. em Chicago. As informações são da Dow Jones.

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