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Petróleo tem a maior queda em 17 anos

Os futuros do petróleo despencaram mais de US$ 10 por barril, registrando o maior declínio em 17 anos após a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos ter rejeitado o pacote de US$ 700 bilhões elaborado pelo Departamento do Tesouro para auxiliar o mercado financeiro. O petróleo para novembro negociado na Nymex caiu US$ 10,52, ou 9,84%, para US$ 96,37 o barril, após atingir mínima de US$ 95,04 o barril.

Agência Estado |

A queda foi a mais acentuada desde 17 de janeiro de 1991, quando a commodity recuou US$ 10,56 em resposta à liberação das reservas estratégicas dos EUA durante a primeira Guerra do Golfo. O último fechamento em baixa do petróleo foi registrado em 16 de setembro.

Em Londres, o petróleo tipo Brent negociado na ICE Futures recuou US$ 9,56, ou 10,17%, para US$ 93,98 o barril, com máxima de US$ 103,29 e mínima de US$ 92,64. Outras commodities ligadas ao petróleo acompanharam o movimento de queda. As autoridades da Nymex interromperam as negociações por cinco minutos após o contrato de primeiro mês de vencimento da gasolina recuar US$ 0,25, atingindo o limite de flutuação dos preços.

A pressão sobre o mercado foi motivada pelas preocupações sobre uma potencial deterioração na demanda por petróleo devido ao risco de desaquecimento econômico.

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