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Petróleo sobe mais de R$ 4 por barril na espera por corte da Opep

SÃO PAULO - Ganhou força nesta jornada a expectativa de redução da cota de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Isso justificou a forte valorização dos preços do barril de cru no mercado internacional.

Valor Online |

Comentários do ministro de petróleo da Arábia Saudita, principal produtor do cartel, deram suporte para essa expectativa.

Os contratos de WTI negociados para o mês de janeiro em Nova York fecharam a US$ 47,98, com alta de US$ 4,46. O vencimento para fevereiro subiu US$ 4,82 para US$ 50,84. Em Londres, o barril de Brent para o mês que vem avançou US$ 4,99, a US$ 47,39. O vencimento para fevereiro encerrou vendido a US$ 50,04, com evolução de US$ 5.

Segundo o ministro saudita Ali al-Naimi, a Arábia saudita produziu em novembro 8,493 milhões de barris diários, muito próximo da cota de 8,477 milhões de barris estabelecida pela Opep. O montante anunciado é 287 mil barris a menos do que o estimado pela Agência Internacional de Energia.

Para Al Naimi, a produção saudita está absolutamente em linha com a previsão da Opep. O mercado entendeu que a informação precisa, muito difícil de ser dada dessa forma, simboliza que o país está falando sério sobre os cortes de produção já realizados e sobre uma nova redução possível na semana que vem.

O cartel da Opep deve decidir na próxima semana, na Argélia, sobre uma nova baixa da produção depois que o preço do barril caiu de US$ 140 para US$ 42 em pouco tempo, no rastro da recessão econômica. A expectativa é de corte de 2 milhões de barris por dia, entre analistas.

Chakib Khelil, presidente da Opep e ministro da Argélia disse em entrevista a um programa de rádio hoje que será decidida uma "severa" redução da produção de óleo cru na reunião, a fim de estabilizar os preços de mercado. Segundo ele, "há um consenso em torno da necessidade de tal redução".

(Valor Online, com agências internacionais)

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