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Petróleo sobe em NY, antes de feriado nos EUA na 2ª

Os contratos futuros do petróleo negociados em Nova York operam em alta hoje, impulsionados pela cobertura de posições vendidas antes do fim de semana prolongado nos Estados Unidos. Por volta das 12h30 (de Brasília), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em março subia 2,41% a US$ 34,80 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).

Agência Estado |

Na Bolsa Intercontinental (ICE), em Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent com vencimento em abril caía 0,2% a US$ 45,94 o barril, pressionado pela perspectiva de demanda fraca após a divulgação do relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e devido aos dados pouco favoráveis sobre o produto interno bruto (PIB) da zona do euro.

Analistas estimam que o contrato de março do petróleo tipo WTI negociado na Nymex deve perder força na semana que vem, antes de seu vencimento, na próxima sexta-feira (dia 20). O volume recorde de estoques da matéria-prima (commodity) na cidade norte-americana de Cushing, um dos principais pontos de entrega do petróleo negociado na Nymex, tem sido um fator de pressão para os contratos mais próximos nos últimos meses e esta tendência deve continuar.

"Não é a primeira vez que isso acontece, é apenas um dos problemas inerentes", disse Jim Rintoul, analista da consultoria TheOilTrader.com. "Enquanto os estoques em Cushing não diminuírem, podemos esperar queda nos primeiros contratos."

Mais cedo, a agência de estatísticas europeia (Eurostat) divulgou que o PIB da zona do euro (composto por 15 países europeus até o fim de 2008) teve contração de 1,5% no quarto trimestre do ano passado ante o terceiro e declinou 1,2% em relação a igual período de 2007. As quedas nas duas comparações são as maiores desde o início dos registros.

Além disso, a Opep diminuiu a estimativa da demanda mundial pela commodity em 2009 em 400 mil barris por dia, para 85,1 milhões de barris por dia, citando a deterioração das condições econômicas. A revisão representa uma queda de 600 mil barris por dia em relação à demanda registrada em 2008. As informações são da Dow Jones.

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