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Petróleo sobe de olho na reunião da Opep amanhã

Os contratos futuros do petróleo, negociados no mercado internacional, opera em alta de mais de 1% tanto em Londres quanto em Nova York, na expectativa de um corte nas cotas de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), um dia antes da reunião do cartel. Segundo corretores, as atenções do mercado também estão voltadas para o enfraquecimento da demanda.

Agência Estado |

Por volta das 12 horas (de Brasília), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em dezembro negociado subia 1,30% para US$ 67,64 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Em Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent com mesmo vencimento avançava 1,19%, para US$ 65,29 o barril. Ontem, os preços fecharam a sessão em Nova York no menor nível desde junho de 2007, terminando em queda de 7,52%, a US$ 66,75 o barril.

Os participantes do mercado descreveram a recuperação nos preços do petróleo como insignificante, levando em consideração a incerteza em relação ao resultado da reunião da Opep, amanhã.

Nós últimos dias, o mercado foi pressionado pela idéia de que o corte nas cotas de produção da Opep não será suficiente para compensar o declínio na demanda mundial. Analistas prevêem que a redução será de 1 milhão de barris por dia, o que resultaria num leve declínio nos estoques mundiais nos próximos meses de 2008 e num decréscimo mais acentuado nas estoques a partir do primeiro trimestre de 2009.

Apesar disso, o impacto do corte sobre os preços do petróleo "também dependerá do sentimento do mercado, que por sua vez está atrelado às condições da economia mundial", segundo analistas da JBC Energy.

Os dados semanais sobre os estoques de petróleo nos Estados Unidos, anunciados ontem, indicaram que a demanda americana pela matéria-prima (commodity) passa por um momento de fraqueza. A produção total distribuída nas quatro semanas encerradas na sexta-feira da semana passada (dia 17) foi 8,5% menor do que no mesmo período do ano passado, ilustrando a imensa profundidade "do 'buraco' da demanda que a Opep precisa escapar", afirmou Ed Meir, da MF Global. As informações são da Dow Jones.

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