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Petróleo sobe com preocupação sobre economia dos EUA

Os contratos futuros de petróleo, negociados no mercado internacional, operam em alta hoje, sustentados pelo enfraquecimento do dólar ante as principais moedas estrangeiras, em meio a temores sobre a perspectiva para a economia dos Estados Unidos. O mercado aguarda os comentários do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Ben Bernanke, perante o Comitê Bancário do Senado, uma vez que a reação subseqüente do dólar pode influenciar o comportamento da matéria-prima (commodity).

Agência Estado |

Às 9h07 (de Brasília), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em agosto subia 0,84%, a US$ 146,40 por barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Em Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent avançava 1,06%, a US$ 145,44 o barril.

Analistas afirmam que os preços do petróleo avançaram à medida que o dólar declinou ante as moedas estrangeiros - o euro renovou recorde de alta hoje, a US$ 1,6041 - com o "sentimento negativo sobre os mercados financeiros dos EUA", uma vez que o socorro do governo dos EUA para ajudar as gigantes de hipotecas Freddie Mac e Fannie Mae não melhorou a confiança do investidor. Com isso, eles acreditam que o nervosismo no setor financeiro vai continuar influenciando o preço do petróleo.

Os contratos futuros de petróleo também estão vulneráveis a rodadas de realizações de lucro esta semana, após as altas recentes, e comentários de redução da demanda persistem entre os participantes do mercado. Hoje, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) reduziu hoje a estimativa de demanda mundial por petróleo nos próximos meses, devido ao declínio do crescimento econômico global e à crescente conservação de combustíveis. A Opep reduziu em cerca de 100 mil barris diários a projeção de demanda global em 2008 e disse que a taxa de crescimento da demanda em 2009 será de 900 mil barris diários, 100 mil barris a menos que neste ano.

No lado da oferta, a petrolífera norte-americana Chevron retomou as operações na unidade Escravos na Nigéria, após ataques de militantes em junho. As informações são da Dow Jones.

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