Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Petróleo sobe a US$ 48,85 com tensão geopolítica

O petróleo é negociado em leve alta nesta manhã de quarta-feira, sustentado pelas tensões geopolíticas relacionadas ao conflito no Oriente Médio e à disputa pelo gás entre Rússia e Ucrânia, e pelas baixas temperaturas no Hemisfério Norte, fatores que compensam as preocupações com a demanda global. Mais cedo, os contratos recuavam, em parte por causa de realização de lucros depois dos ganhos recentes e do sentimento de cautela antes da divulgação dos dados semanais sobre os estoques da commodity nos EUA.

Agência Estado |

Em meio a indicações de que as economias globais enfrentam dificuldades, o que alimenta as preocupações com a saúde da demanda, muitos players acreditam na possibilidade de os preços recuarem quando as tensões geopolíticas atuais diminuírem. As dúvidas com relação à extensão da alta dos contratos aumentaram após o petróleo não ter fechado ontem na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) acima da importante marca de US$ 50 o barril.

"Estamos cautelosos, evitando um excesso de animação com as duas semanas de vigor nos preços, especialmente porque boa parte dessa alta resultou de fatores geopolíticos transitórios", disseram analistas do banco francês Société Générale.

Mas as implicações da disputa entre a Rússia e a Ucrânia são de longo alcance, ponderou o Commerzbank. "A Rússia atualmente não é apenas a maior produtora de gás natural do mundo, como também a segunda maior produtora e exportadora de petróleo e tem diversos gasodutos que cruzam o território ucraniano. Caso o conflito piore e se torne político, isso traria riscos de fornecimento, o que seria inicialmente favorável aos preços", disse o banco.

Às 10h45 (de Brasília), o contrato de petróleo com vencimento em fevereiro operava em alta de 0,56%, a US$ 48,85 o barril na Nymex eletrônica. As informações são da Dow Jones.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG